7.27.2002
Quem Acredita em Vampiros?
Disse o filósofo iluminista Jean Jacques Rousseau, em uma carta ao Arcebispo de Paris: “Se alguma vez existiu no mundo uma história provada e digna de crédito, é a dos Vampiros. (...) Não falta nada: autos, certificados de homens notáveis, de cirurgiões, clérigos e juízes. A prova jurídica abarca tudo. Com tudo isto, quem acredita pois nos Vampiros?”. Rousseau foi apenas um dos muitos intelectuais, de todas as épocas, que se ocuparam do assunto.
No final da Idade Média, os Vampiros eram uma realidade, e foram listados no “Malleus Maleficarum”, uma publicação da Igreja de 1486. Durante muito tempo, este tratado foi a Bíblia dos caçadores de bruxas, divulgando os ensinamentos necessários para evitar Vampiros e outras criaturas do Mal. Tempos depois, Dom Augustin Calmet (1672-1757), monge da Ordem de São Benedito, publicou “Dissertações sobre a Aparição de Anjos, Demônios e Espíritos, e dos Vampiros da Hungria, Boêmia, Morávia e Silésia”, em 1746. Neste trabalho, Dom Calmet descreveu os Vampiros como corpos mortos que ressucitavam em busca de sangue...
Apesar das palavras de figuras ilustres como Rousseau e Calmet, muitos consideram os Vampiros uma ficção pura. Os céticos argumentam que nunca houve um Vampiro, e que a tal “epidemia de vampirismo” na Europa Oriental não passou de um surto de Raiva ou de alguma doença do sangue. Mesmo as características mitológicas dos Vampiros são oriundas dos sintomas dessas doenças, dizem. Muitos doentes de Raiva mordem outras pessoas, sofrem de insônia, hipersensibilidade a estímulos como a luz, reflexos no espelho, água ou odores fortes (como o do alho). Além disso, o sangue de mortos por Raiva leva muito mais tempo para coagular, e pode escorrer da boca após dias de sepultamento!
Acreditando neles ou não, o fato é que a Arte e a História não cansam de nos ensinar como reconhecer um Vampiro, com riqueza de detalhes e muitas versões
Disse o filósofo iluminista Jean Jacques Rousseau, em uma carta ao Arcebispo de Paris: “Se alguma vez existiu no mundo uma história provada e digna de crédito, é a dos Vampiros. (...) Não falta nada: autos, certificados de homens notáveis, de cirurgiões, clérigos e juízes. A prova jurídica abarca tudo. Com tudo isto, quem acredita pois nos Vampiros?”. Rousseau foi apenas um dos muitos intelectuais, de todas as épocas, que se ocuparam do assunto.
No final da Idade Média, os Vampiros eram uma realidade, e foram listados no “Malleus Maleficarum”, uma publicação da Igreja de 1486. Durante muito tempo, este tratado foi a Bíblia dos caçadores de bruxas, divulgando os ensinamentos necessários para evitar Vampiros e outras criaturas do Mal. Tempos depois, Dom Augustin Calmet (1672-1757), monge da Ordem de São Benedito, publicou “Dissertações sobre a Aparição de Anjos, Demônios e Espíritos, e dos Vampiros da Hungria, Boêmia, Morávia e Silésia”, em 1746. Neste trabalho, Dom Calmet descreveu os Vampiros como corpos mortos que ressucitavam em busca de sangue...
Apesar das palavras de figuras ilustres como Rousseau e Calmet, muitos consideram os Vampiros uma ficção pura. Os céticos argumentam que nunca houve um Vampiro, e que a tal “epidemia de vampirismo” na Europa Oriental não passou de um surto de Raiva ou de alguma doença do sangue. Mesmo as características mitológicas dos Vampiros são oriundas dos sintomas dessas doenças, dizem. Muitos doentes de Raiva mordem outras pessoas, sofrem de insônia, hipersensibilidade a estímulos como a luz, reflexos no espelho, água ou odores fortes (como o do alho). Além disso, o sangue de mortos por Raiva leva muito mais tempo para coagular, e pode escorrer da boca após dias de sepultamento!
Acreditando neles ou não, o fato é que a Arte e a História não cansam de nos ensinar como reconhecer um Vampiro, com riqueza de detalhes e muitas versões
7.26.2002
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